O sofrimento é proporcional ao grau de egoísmo. Há uma grande necessidade de limites e reorganização da hierarquia e ordem. A todo momento podemos reescrever a nossa história, comecemos...
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
sábado, 21 de outubro de 2017
REPLICANDO O BEM
Ouço muito por aí que o "mundo está virado", que "no meu tempo era assim e assado", "as pessoas não se respeitam mais", "as crianças só ficam no video game eu brincava na rua", "é só violência as pessoas estão intolerantes", etc... por vezes replicamos estes comentários e outros replicam e a idéia se expande trazendo uma noção desajustada da vida que estamos levando.
A propaganda boca a boca dá certo mesmo, tanto para o lado ruim como para o lado bom. Por que então não replicarmos coisas boas? Em verdade tenho visto muito mais coisas boas acontecendo do que coisas ruins.
Nesse sentido trago alguns links a esse respeito, no que tange a Justiça por exemplo hoje há a Justiça Restaurativa que trata os casos de conflitos de uma forma "não conflituosa" fazendo com que as partes percebam a sua parcela de investimento naquela demanda e a parcela do outro e os por quês do desajuste. O que houve por trás daquele incidente, sentimentos e necessidades envolvidos para que se chegasse àquela situação de procurar a justiça.
Há também a Mediação que surge tanto no âmbito privado como no judicial aonde também se tenta solucionar a demanda de forma que ambas as partes fiquem e saiam satisfeitas após o conflito inicial.
Advocacia Colaborativa é outra vertente que segue esse mesmo caminho, procurando eliminar a adversidade, os advogados em conjunto com profissionais que se façam necessários como psicólogos, assistente social, contador atuam com o fim de não ter que acionar o judiciário.
Ou seja, temos aí uma corrente muito forte se somando e se fortalecendo e nos trazendo a mensagem de que nós criamos para nós mesmos os problemas, que se olhássemos com mais amor para nós muitos desses conflitos seriam evitados uma vez que conseguiríamos olhar o nosso próximo com esse mesmo olhar, que assim como eu erro ele também pode errar e a tolerância se faria mais presente.
Aí surgem também a Constelação Sistêmica, as Rodas Empáticas, as Danças Circulares, Coaching, entre outros. Todos com o olhar voltado para o auto conhecimento.
Replicando o bem!
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
O AMOR QUE NOS FAZ BEM
Iniciei ontem a leitura desse livro, estou em busca de me relacionar melhor comigo e com os outros. Os relacionamentos não são fáceis, não adianta querer tapar o sol com a peneira, o "eu" impera e dificulta o que poderia fluir mais tranquilamente. Quando encontro livros como esse percebo o quanto tenho a melhorar e o quanto faz sentido pra mim o encontro comigo mesma. Segue um trecho que li hoje;
"Todos precisamos sentir nosso poder. Sentir que podemos, que somos adequados, que nos sustentamos sobre nossos próprios pés e somos válidos. Quando vivemos esse poder no relacionamento, o poder de um convida o poder do outro. E, então, os dois poderes produzem cooperação e respeito. Virginia Satir, no livro Contato com tato, ensina que o verdadeiro poder tem a ver com a congruência e com o que ela chama de "as cinco liberdades": a liberdade de ver e escutar o que está aqui em vez do que se supõe que deveria estar; a liberdade de sentir o que se sente em vez do que se deveria sentir; a liberdade de dizer o que se sente e pensa se quiser em vez de fingir; a liberdade de pedir o que se quer em vez de pedir permissão, e a liberdade de arriscar em vez de optar somente por sentir-se seguro. O poder da congruência foge, portanto, de posições de culpa, vitimismo, hiper-racionalidade ou indiferença, que, para Satir, não deixam de ser lugares de sofrimento e falso poder nas relações íntimas."
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
FELICIDADE
"Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! Exclama geralmente o homem, em toda as posições sociais. Isto prova, meus caros filhos, melhor que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: “A felicidade não é deste mundo”. Com efeito, nem a fortuna, nem o poder, nem mesmo a juventude em flor, são condições essenciais da felicidade. Digo mais: nem mesmo a reunião dessas três condições, tão cobiçadas, pois que ouvimos constantemente, no seio das classes privilegiadas, pessoas de todas as idades lamentarem amargamente a sua condição de existência.
Diante disso, é inconcebível que as classes trabalhadoras invejem com tanta cobiça a posição dos favorecidos da fortuna. Neste mundo, seja quem for, cada qual tem a sua parte de trabalho e de miséria, seu quinhão de sofrimento e desengano. Pelo que é fácil chegar-se à conclusão de que a Terra é um lugar de provas e de expiações.
Assim, pois, os que pregam que a Terra é a única morada do homem, e que somente nela, e numa única existência, lhe é permitido alcançar o mais elevado grau de felicidade que a sua natureza comporta, iludem-se e enganam aqueles que os ouvem. Basta lembrar que está demonstrado, por uma experiência multissecular, que este globo só excepcionalmente reúne as condições necessárias à felicidade completa do indivíduo.
Num sentido geral, pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia, a cuja perseguição se lançam as gerações, sucessivamente, sem jamais a alcançarem. Porque, se o homem sábio é uma raridade neste mundo, o homem realmente feliz não se encontra com maior facilidade.
Aquilo em que consiste a felicidade terrena é de tal maneira efêmera para quem não se guiar pela sabedoria, que por um ano, um mês, uma semana de completa satisfação, todo o resto da existência se passa numa seqüência de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos que estou falando dos felizes da Terra, desses que são invejados pelas massas populares.
Conseqüentemente, se a morada terrena se destina a provas e expiações, é forçoso admitir que existem, além, moradas mais favorecidas, em que o Espírito do homem, ainda prisioneiro de um corpo material, desfruta em sua plenitude as alegrias inerentes à vida humana. Foi por isso que Deus semeou, no vosso turbilhão, esses belos planetas superiores para os quais os vossos esforços e as vossas tendências vos farão um dia gravitar, quando estiverdes suficientemente purificados e aperfeiçoados.
Não obstante, não se deduza das minhas palavras que a Terra esteja sempre destinada a servir de penitenciária. Não, por certo! Porque, do progresso realizado podeis facilmente deduzir o que será o progresso futuro, e das melhoras sociais já conquistadas, as novas e mais fecundas melhoras que virão. Essa é a tarefa imensa que deve ser realizada pela nova doutrina que os Espíritos vos revelaram.
Assim, pois, meus queridos filhos, que uma santa emulação vos anime, e que cada um dentre vós se despoje energicamente do homem velho. Entregai vos inteiramente à vulgarização desse Espiritismo, que já deu início à vossa própria regeneração. É um dever fazer vossos irmãos participarem dos raios dessa luz sagrada. À obra, portanto, meus caros filhos! Que nesta reunião solene, todos os vossos corações se voltem para esse alvo grandioso, de preparar para as futuras gerações um mundo em que felicidade não seja mais uma palavra vã."
O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap V. Bem Aventurados os Aflitos.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Família Família .... cachorro, gato, galinha!
Amanhã, 18 de outubro, o meu pai estará completando os seus 78 anos de idade!!!
"É na família que se estrutura o caráter do homem de amanhã".
Quanto aprendizado nesses anos hein?
Quanto ensinamento?
Diante de tudo o que vivemos em família nesses meus 40 anos, diante do homem que ele significa na minha vida, da pessoa, espírito especial, companheiro dessa jornada é que tiro essas 2 cartas do jogo Grok com os sentimentos de Felicidade e de Tranquilidade.
Sinto-me Feliz por tê-lo como Pai nessa jornada evolutiva e Tranquila porque mesmo estando longe fisicamente sei que estamos conectados de alguma forma e a data comemorativa será celebrada em oportunidade próxima.
Diante desses sentimentos busquei as necessidades que fazem com que eu me sinta assim. E não deu outra; Carinho, Proteção, Consideração, Alimento, Responsabilidade, Motivação, Amor, Cuidado, Conforto, Segurança, Confiança e Respeito. Talvez ele nem saiba, não tenha idéia de que eu tinha essas necessidades e que ele supriu. São necessidades minhas que durante o tempo foram sendo atendidas de alguma forma e que me fazem hoje Feliz e Tranquila!
Obrigada Pai.
Feliz Aniversário!
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Tua medida
Capítulo 10, item 11
“Não julgueis, afim de que não sejais julgados, porque vós sereis
julgados segundo houverdes julgado os outros, e se servirá para
convosco da mesma medida da qual vos servistes para com eles.” Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec.
Toda opinião ou juízo que desenvolvemos no presente está intimamente
ligado a fatos antecedentes.
Quase sempre, todos estamos vinculados a fatores de situações pretéritas,
que incluem atitudes de defesa, negações ou mesmo inúmeras distorções de
certos aspectos importantes da vida. Tendências ou pensamentos julgadores
estão sedimentados em nossa memória profunda, são subprodutos de uma
série de conhecimentos que adquirimos na idade infantil e também através das
vivências pregressas.
Censuras, observações, admoestações, superstições, preconceitos,
opiniões, informações e influências do meio, inclusive de instituições diversas,
formaram em nós um tipo de “reservatório moral” - coleção de regras e
preceitos a ser rigorosamente cumpridos -, do qual nos servimos para concluir
e catalogar as atitudes em boas ou más.
Nossa concepção ético-moral está baseada na noção adquirida em nossas
experiências domésticas, sociais e religiosas, das quais nos servimos para
emitir opiniões ou pontos de vista, a fim de harmonizarmos e resguardarmos
tudo aquilo em que acreditamos como sendo “verdades absolutas”. Em outras
palavras, como forma de defender e proteger nossos “valores sagrados”, isto é,
nossas aquisições mais fortes e poderosas, que nos servem como forma de
sustentação.
Em razão disso, os freqüentes julgamentos que fazemos em relação às
outras pessoas nos informam sobre tudo aquilo que temos por dentro.
Explicando melhor, a “forma” e o “material” utilizados para sentenciar os outros
residem dentro de nós.
Melhor do que medir ou apontar o comportamento de alguém seria
tomarmos a decisão de visualizar bem fundo nossa intimidade, e nos
perguntarmos onde está tudo isso em nós. Os indivíduos podem ser
considerados, nesses casos, excelente espelho, no qual veremos quem somos
realmente. Ao mesmo tempo, teremos uma ótima oportunidade de nos
transformar intimamente, pois estaremos analisando as características gerais
de nossos conceitos e atitudes inadequados.
Só poderemos nos reabilitar ou reformar até onde conseguimos nos
perceber; ou seja, aquilo que não está consciente em nós dificilmente
conseguiremos reparar ou modificar.
Quando não enxergamos a nós mesmos, nossos comportamentos
perante os outros não são totalmente livres para que possamos fazer escolhas
ou emitir opiniões. Estamos amarrados a formas de avaliação, estruturadas nos
mecanismos de defesa - processos mentais inconscientes que possibilitam ao
indivíduo manter sua integridade psicológica através de uma forma de “autoengano.”
Certas pessoas, simplesmente por não conseguirem conviver com a
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verdade, tentam sufocar ou enclausurar seus sentimentos e emoções,
disfarçando-os no inconsciente.
Em todo comportamento humano existe uma lógica, isto é, uma maneira
particular de raciocinar sobre sua verdade; portanto, julgar, medir e sentenciar
os outros, não se levando em conta suas realidades, mesmo sendo
consideradas preconceituosas, neuróticas ou psicóticas, é não ter bom senso
ou racionalidade, pois na vida somente é válido e possível o “autojulgamento”.
Não obstante, cada ser humano descobre suas próprias formas de
encarar a vida e tende a usar suas oportunidades vivenciais, para tornar-se
tudo aquilo que o leva a ser um “eu individualizado”.
Devemos reavaliar nossas idéias retrógradas, que estreitam nossa
personalidade, e, a partir daí, julgar os indivíduos de forma não generalizada,
apreciando suas singularidades, pois cada pessoa tem uma consciência
própria e diversificada das outras tantas consciências.
Julgar uma ação é diferente de julgar a criatura. Posso julgar e
considerar a prostituição moralmente errada, mas não posso e não devo julgar
a pessoa prostituída.
Ao usarmos da empatia, colocando-nos no lugar do outro,
“sentindo e pensando com ele”, em vez de “pensar a respeito dele”, teremos o
comportamento ideal diante dos atos e atitudes das pessoas.
Segundo Paulo de Tarso, “é indesculpável o homem, quem quer que
seja, que se arvora em ser juiz. Porque julgando os outros, ele condena a si
mesmo, pois praticará as mesmas coisas, atraindo-as para si, com seu
julgamento”. (1)
O “Apóstolo dos Gentios” manifesta-se claramente, evidenciando nessa
afirmativa que todo comportamento julgador estará, na realidade,
estabelecendo não somente uma sentença, ou um veredicto, mas, ao mesmo
tempo, um juízo, um valor, um peso e uma medida de como julgaremos a nós
mesmos.
Essencialmente, tudo aquilo que decretamos ou sentenciamos tornar-se-
á nossa “real medida”: como iremos viver com nós mesmos e com os outros. O ser humano é um verdadeiro campo magnético, atraindo pessoas e
situações, as quais se sintonizam amorosamente com seu mundo mental, ou
mesmo de forma antipática com sua maneira de ser. Dessa forma, nossas
afirmações prescreverão as águas por onde a embarcação de nossa vida
deverá navegar.
Com freqüência, escolhemos, avaliamos e emitimos opiniões e,
conseqüentemente, atraímos tudo aquilo que irradiamos. A psicologia diz que
uma parte considerável desses pensamentos e experiências, os quais usamos
para julgar e emitir pareceres, acontece de modo automático, ou seja, através
de mecanismos não perceptíveis. É quase inconsciente para a nossa casa
mental o que escolhemos ou opinamos, pois, sem nos dar conta, acreditamos
estar usando o nosso “arbítrio”, mas, na verdade, estamos optando por um
julgamento predeterminado e estabelecido por “arquivos que registram tudo o
que nos ensinaram a respeito do que deveríamos fazer ou não, sobre tudo que
é errado ou certo.
Poder-se-á dizer que um comportamento é completamente livre para
eleger um conceito eficaz somente quando as decisões não estão confinadas a
padrões mentais rígidos e inflexíveis, não estão estruturadas em conceitos
preconceituosos e não estão alicerçadas em idéias ou situações semelhantes
que foram vivenciadas no passado.
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Nossos julgamentos serão sempre os motivos de nossa liberdade ou de
nossa prisão no processo de desenvolvimento e crescimento espiritual.
Se criaturas afirmarem “idosos não têm direito ao amor”, limitando o
romance só para os jovens, elas estarão condenando-se a uma velhice de
descontentamento e solidão afetiva, desprovida de vitalidade.
Se pessoas declararem “homossexualidade é abominável” e, ao longo
do tempo, se confrontarem com filhos, netos, parentes e amigos que têm algum
impulso homossexual, suas medidas estarão estabelecidas pelo ódio e pela
repugnância a esses mesmos entes queridos.
Se indivíduos decretarem ‘jovens não casam com idosos”, estarão
circunscrevendo as afinidades espirituais a faixas etárias e demarcando suas
afetividades a padrões bem estreitos e apertados quanto a seus
relacionamentos.
Se alguém subestimar e ironizar “o desajuste emocional dos outros”,
poderá, em breve tempo, deparar-se em sua própria existência com
perplexidades emocionais ou dilemas mentais que o farão esconder-se, a fim
de não ser ridicularizado e inferiorizado, como julgou os outros anteriormente.
Se formos juízes da “moral ideológica” e “sentimental”, sentenciando
veementemente o que consideramos como “erros alheios”, estaremos nos
condenando ao isolamento intelectual, bem como ao afetivo, pela própria
detenção que impusemos aos outros, por não deixarmos que eles se
lançassem a novas idéias e novas simpatias.
“Não julgueis, a fim de que não sejais julgados”, ou mesmo, “se servirá
para convosco da mesma medida da qual vos servistes para com eles”, quer
dizer, alertemo-nos quanto a tudo aquilo que afirmamos julgando, pois no
“auditório da vida” todos somos “atores” e “escritores” e, ao mesmo tempo,
“ouvintes” e “espectadores” de nossos próprios discursos, feitos e atitudes.
Para sermos livres realmente e para nos movermos em qualquer
direção com vista à nossa evolução e crescimento como seres eternos, é
necessário observarmos e concatenarmos nossos “pesos” e “medidas”, a fim
de que não venhamos a sofrer constrangimento pela conduta infeliz que
adotarmos na vida em forma de censuras e condenações diversas.
Fonte: Livro Renovando Atitudes - Francisco do Espírito Santo Neto - Hammed.
Como você está se sentido hoje?
JOGO SUPER BACANA DE EMPATIA E COMUNICAÇÃO!!!
"Hábitos antigos de pensar e se comunicar, tais como julgar, culpar, diagnosticar, dominar a conversa, aconselhar e corrigir, se transformam em conversas respeitosas e atenciosas". (Jean Morrison & Christine King)
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